**BRASIL, O STF MANDA?
O fim das liberdades e a perseguição à Direita no caso Felipe Martins**
O Brasil vive um dos momentos mais delicados de sua história democrática. A cada nova decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), cresce a sensação de que o país caminha para um regime onde a lei deixou de ser um limite e passou a ser uma ferramenta de poder.
O caso de Felipe Martins, ex-assessor do ex-presidente Jair Bolsonaro, tornou-se um símbolo desse cenário preocupante. Para muitos brasileiros, o que se vê não é a aplicação imparcial da Justiça, mas uma perseguição sistemática direcionada à Direita, enquanto garantias constitucionais básicas são relativizadas ou simplesmente ignoradas.
⚖️ Prisões, restrições e silêncio forçado
Sob a condução do ministro Alexandre de Moraes, decisões têm sido tomadas de forma concentrada, com prisões preventivas prolongadas, restrições severas de locomoção, limitações ao direito de defesa e até impedimentos indiretos à liberdade de expressão. Tudo isso sem que haja uma instância efetiva capaz de conter ou revisar esses atos.
A pergunta que ecoa entre juristas, parlamentares e cidadãos comuns é simples e direta:
👉 quem fiscaliza o STF quando o STF decide ultrapassar os limites da Constituição?
🗣️ Liberdade de expressão sob ataque
Casos como o de Felipe Martins não estão isolados. Influenciadores, jornalistas, parlamentares e cidadãos comuns identificados com a Direita vêm sendo alvo de censura, bloqueios de perfis, quebras de sigilo e processos sem o devido contraditório.
A liberdade de expressão — pilar de qualquer democracia — passou a ser tratada como ameaça, enquanto narrativas alinhadas ao sistema seguem livres e protegidas. Criticar o STF virou crime; discordar virou “ataque à democracia”.
🚨 Dois pesos, duas medidas
O sentimento de injustiça se intensifica quando se observa a seletividade das decisões. Atos, falas e manifestações de grupos alinhados à esquerda recebem tratamento brando, enquanto qualquer voz conservadora é tratada como extremista ou golpista.
Isso não é equilíbrio institucional.
Isso é perseguição política.
🇧🇷 O alerta que não pode ser ignorado
Não se trata de defender pessoas, partidos ou ideologias específicas. Trata-se de defender o direito de todo brasileiro de falar, discordar, se manifestar e ser julgado dentro da lei.
Quando o Judiciário deixa de ser árbitro e passa a ser ator político, ninguém está seguro. Hoje é a Direita. Amanhã, qualquer cidadão.
O Brasil precisa decidir se continuará sendo uma democracia de fato ou se aceitará, em silêncio, um modelo onde “o STF manda” e o povo apenas obedece.



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